sábado, 4 de julho de 2009

A única certeza

Quando pequena nunca tive medo da minha morte. Sempre temi a morte de meus pais, alguns membros da minha família, amigos... Depois de um tempo temia muito a minha morte, e depois de mais um tempo, percebi que não estamos vivendo, e sim morrendo aos poucos.
Com o tempo desde o nascimento até a morte, vamos perdendo vitalidade que é essencial para vivermos bem.
Quando crianças todos somos altamente espertos e energéticos ou não, temos animação para tudo, depois de um tempo isso vai acabando, muitas coisas nosso corpo não permite mais que façamos, passamos a ficar menos animados, cansados... Sim, é a morte se aproximando. Posso estar sendo um tanto macabra mas a cada dia, minuto e segundo estamos morrendo, aos pouquinhos, calculadamente...
Então pra que temer algo tão certo, tão inevitável? Sem querer terminar esse post muito Carpe Diem mas terminando. Viva, viva o hoje, o amanhã, viva intensamente, arrisque-se, apaixone-se, como sabemos ser inevitável sofrer, sofra, mas sofra por amor e não por muito tempo, aproveite os dias destinados a sua vida porque um dia vai acabar e ninguém poderá mudar isso.


- Texto para o Bee Writer.
P.S.: Minha criatividade está de férias :/

6 comentários:

Patrícia disse...

Adooorei! Esse aqui é top! :)

Cabinha disse...

ah, a morte é algo inexplicável. acho que não tenho mai medo da morte não. x) vai acontecer mesmo, um dia. beijos :*

Marina Melow disse...

Oii Aléxsia!
Confesso que quando criança eu tinha medo da morte. Mas hoje acho algo muito natural. Mas nunca perdi ninguém querido...não sei como seria se eu tivesse perdido.
Mas hoje sou tranquila em relação a isso, quando tiver que ser, será.


beijos:*

Karol disse...

Eu tenho medo da morte dos que gosto, até da minha cachorrinha oÔ e deixei de ser criança há um bom tempo, mas não deixei de ser extremamente sentimental e bobona...
adorei seu blog
bjos

Yasmin disse...

O melhor é aproveitar e realizar cada sonho antes que ela chege, pode ser tudo tão rápido, que temos que viver cada segundo, o imprtante e não pensar no inevitavel como você disse.
:)

Dressa Ferreira disse...

De férias que nada!
O texto ficou super booom!
Adorei ^^
Beijos